REFLEXÃO DA SEMANA
"Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada"
- Provérbios 31:30

sexta-feira, 5 de março de 2010

Perguntas frequentes a respeito do casamento

Prevenindo o Divórcio Antes do Casamento
O divórcio prevalece na nossa sociedade permissiva. Muitas pessoas hoje entram no casamento não esperando que ele dure. Dizem: "Sim" até que eles achem que dá para se saírem melhor.
Contudo, o divórcio não faz parte do ideal de Deus para o casamento das pessoas. Deus disse que "odeia o repúdio" (Malaquias 2:16). Referindo-se ao divórcio e ao primeiro casamento em Éden, Jesus disse: "Não foi assim desde o princípio" (Mateus 19:8). Já que não havia mais ninguém no Éden, Adão e Eva tinham que fazer com que seu casamento desse certo. O divórcio é o fracasso de um relacionamento que é prometido diante de Deus, até que a morte os separe. Deus julgará "pérfidos" (Romanos 1:31) e "adúlteros" (Hebreus 13:4).
Do lado positivo, um casamento bem-sucedido é uma coisa boa (Provérbios 18:22) e "digno de honra" (Hebreus 13:4). O casamento é tão antigo quanto o homem, instituído no sexto dia da criação (Gênesis 1:26-31; 2:18-25). O sucesso no casamento não é simplesmente encontrar a pessoa certa; é também ser o tipo certo de pessoa! Um casamento bem-sucedido é o equivalente a receber seu doutorado em relações humanas.
Perguntas bases para o namoro
Lembre-se, você não irá casar com uma pessoa sem primeiro namorar com ela! Um bom namoro constrói o alicerce para um bom casamento.Pense nas seguintes perguntas bases para o namoro. Um bom casamento não é só um negócio do coração, mas é utilizar a massa cinzenta dada por Deus para fazer decisões lógicas baseadas no pensamento racional. "O simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos" (Provérbios 14:15). Um bom senso comum nunca fez mal a ninguém. Vai ajudar a todos a encontrarem um par para toda a vida. As seguintes bases podem te poupar tristeza futuramente e, ultimamente, a sua alma.
Leva tempo conhecer bem alguém. Alguém que se apaixonou à primeira vista mais tarde gostaria que tivesse olhado uma segunda vez! "Não acordeis, nem desperteis o amor, até que este o queira" (Cântico dos Cânticos 2:7). O amor verdadeiro, que dura para toda a vida, não pode ser apressado. Você pode estar apaixonado, não pela pessoa que você mal conhece, mas pela idéia de estar apaixonado.
Alguns acham que não ser casado é tão ruim que estão desesperados para se casarem. Porém, ser casado com a pessoa errada é pior do que não ser casado. "O sofrimento matrimonial se tornou o maior problema da saúde mental neste país" (Reader's Digest, Novembro 1986, EUA). Seu par pode te completar ou te quebrar. A influência das mulheres pagãs de Solomão desviou o seu coração de Deus (1 Reis 11:3).
A pessoa é cristã? Tenha como alvo casar com um cristão. Assim, ambos terão o mesmo objetivo de agradar a Deus e ir para o céu. O casamento é um triângulo sagrado, uma aliança sagrada entre um homem e uma mulher feita diante de Deus (Provérbios 2:17; Mateus 19:5-6).
"Quanto mais um homem e a sua mulher se aproximam de Cristo, mais claro se torna para eles a importância de ficarem perto um do outro" (R. B. Dobbins). Têm-se observado que o casamento é um compromisso perfeito de amar uma pessoa imperfeita. "As muitas águas não poderiam apagar o amor" (Cântico dos Cânticos 8:7). Aprender sobre o amor de Deus pode ajudar o cristão a se tornar mais amoroso para com o seu cônjuge (1 Coríntios 13:4-8).
Casar-se por razões principalmente superficiais, como meras aparências físicas, é como comprar um carro por estar bem-pintado. Uma boa pintura é ótima, mas se não há uma qualidade confiável debaixo do capô, você não vai a lugar nenhum. Assim é também no casamento. A beleza é realmente mais profunda que a pele. O amor é mais que sexo. O caráter conta! "Não case com a pessoa que você poderia meramente agüentar. Case com aquela que você não pode viver sem!" (James Dobson).
Como os pais do seu pretendente se tratam? Lembre-se de que eles têm sido o modelo dele(a) há muitos anos. "O comportamento corre em canais profundos que foram cortados cedo na infância, e é muito difícil mudá-los" (James Dobson). O comportamento dos pais dele(a) podem indicar como você poderia ser tratado mais para frente.
O seu pretendente se importa de verdade com suas necessidades e seus sentimentos pessoais? O pecado do egoísmo tem destruído muitos casamentos. O amor como o de Cristo põe o bem-estar dos outros em primeiro lugar (Efésios 5:28-29). Isto se mostra em pequenos atos diários de bondade. Se não te tratar com consideração enquanto tenta ganhar o seu coração, como que você pode racionalmente esperar que ele o faça depois de se casar?
O seu pretendente fala a verdade? O casamento se baseia na confiança. Você tem de poder confiar na palavra dele e na fidelidade dele a você. Senão, dúvidas e decepções irão praguejar o seu relacionamento. É honesto e aberto com você? Muitas vezes o namoro é uma época para esconder as falhas, enquanto cada um mostra o seu melhor lado.
Sabe administrar dinheiro? Um jovem que não lida bem com suas finanças enquanto solteiro, não mudará de repente da noite para o dia. Problemas financeiros, causados pelo impulso de gastar mais do que ganha, arruinam muitos casamentos.
Consegue manter um emprego? Um bom histórico de trabalho é uma boa avaliação da habilidade dele(a) de ser responsável e lidar bem com os outros. Tome cuidado com o fracasso aqui, que pode indicar um caráter não-confiável escondido.
São capazes de pedir desculpas de coração? Um casamento bem-sucedido vem de ambos os cônjuges estarem comprometidos em admitirem as suas falhas e mudar o que for preciso. "Um bom casamento é a união de duas pessoas que sabem bem como perdoar" (R. B. Graham). Aprenda como fazer as pazes. Alguém escreveu:Para manter um casamento transbordando
De carinho no copo de amor,
Quando estiver errado, admite o erro.
Quando estiver certo, fique calado!Sabem elogiar? Os melhores casamentos ocorrem quando o marido "honra" a esposa e ela "respeita" o seu marido (1 Pedro 3:7; Efésios 5:33). Em Cântico dos Cânticos, leia como tanto Solomão quanto a sua noiva sulamita constroem a auto-estima um do outro pelos elogios sinceros. Isto evita que um se aproveite do outro.São flexíveis? O casamento é aprender a dar e receber. Enquanto Solomão namorava com a moça sulamita, ela disse: "Apanhai-me...as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor" (Cântico dos Cânticos 2:15). O seu amor estava florescendo no namoro. As raposinhas de problemas mal-resolvidos poderiam, de maneira figurada, comerem as raízes cada vez mais profundas do seu relacionamento. Ela queria resolver estes insistentes probleminhas antes que se tornassem problemões."Se apaixonar pode ser fácil; crescer no amor é algo que tem que ser feito com determinação como também a imaginação" (Lesley Barfoot). Rigidez desnecessária no casamento é mais uma receita para causar raiva no outro. Cada um tem que aprender como ajudar ao outro pacientemente. Um evangelista sugeriu um exercício para antes do casamento de colocarem papel de parede. É uma tarefa complicada que exige trabalho em equipe. O casamento é arte de compromissos mútuos. Os ajustes têm que ser feitos na estrada da vida.Você se comunica bem? A boa comunicação é uma chave vital para um casamento duradouro e satisfatório. Embeleza e enriquece um relacionamento. "Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo" (Provérbios 25:11). A raiva abafada e o tratamento do silêncio nada resolvem. Cada um de vocês conseguem expressar os seus sentimentos e preocupações honestas sem nenhum dos dois explodirem? Ambos conseguem escutar ao outro, se identificando com os sentimentos que estão atrás das palavras? A comunicação construtiva pode resolver problemas que estão começando, como também guiar o relacionamento a intimidade mais profunda. Todos nós anseamos por alguém para quem podemos contar tudo mesmo, sem o medo de rejeição ou humilhação.
Lembre-se, a decisão que você toma de para quem entregará a sua vida no casamento é uma das mais sérias e importantes que tomará na vida. Tome a decisão certa!

-por W. Frank Walton

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quinta-feira, 4 de março de 2010

Lamentável aumento de divórcio entre cristãos

Sem nenhuma dúvida, muitas são as razões que podem tentar justificar o aumento dos índices de divórcios entre os casais evangélicos. A discussão é grande e não pode ser esgotada em poucas palavras ou debates resumidos.

Acredito plenamente que não sou dono da verdade e nem tenho a pretensão de convencer ninguém, pois minhas reflexões logicamente não possuem o condão de valor absoluto. Minha única intenção é colaborar de uma forma construtiva, com este tema tão presente e atual no meio do povo de Deus.

Inicialmente, para que possamos fazer uma reflexão sincera e coerente, é bom que se faça uma subdivisão do termo “evangélicos”. Afinal, não podemos deixar de reconhecer que, em nossas igrejas atualmente existem casais que podem ser classificados por diferentes conceituações, a saber: casais cujos cônjuges, individualmente, sempre foram evangélicos desde a infância e por isso, receberam uma educação essencialmente evangélica. Existem os casais que, separadamente, sempre foram evangélicos, mas não vieram de uma família evangélica, tendo se convertido posteriormente e nunca tiveram uma criação evangélica. Podemos citar ainda os casais onde um dos cônjuges é evangélico e o outro não. Temos também os casais onde os dois cônjuges são novos convertidos e possuem pouco conhecimento da palavra de Deus.
Mas cabe ressaltar que o espaço aqui é pequeno e não permite maiores considerações sobre as demais prováveis classificações neste mesmo sentido. E, afinal, de qual tipo de “casais evangélicos” estamos falando? Acredito que tal pergunta é de difícil resposta, mas não leva a uma conclusão eficaz sobre o presente tema em questão, até porque, as razões variam de intensidade de acordo com o nível de religiosidade de cada casal evangélico.
Além disso, poderíamos pensar sobre o fato de que, atualmente, muito de que se chama evangélico, de evangélico não tem nada, e eu não pretendo entrar nesta polêmica agora, até porque, ela não faz parte do nosso tema central. As razões que têm motivado o aumento do índice de divórcios entre os evangélicos podem ser variadas, lembrando que a lista que apresento aqui, não é definitiva e nem terminativa.
A primeira razão que quero abordar é de ordem espiritual. Em Mateus cap. 22 vers.29, Jesus disse: “Errais por não conhecer as Escrituras e nem o Poder de Deus”. Estamos vivendo um tempo em que o corre-corre da vida tem levado muitos casais a se descuidarem no sentido de ter uma vida de oração, de leitura da Palavra de Deus e de uma participação mais efetiva na obra de Deus (Igreja). Também não podemos ignorar o fato de que, em sua maioria, os casais evangélicos, antes do casamento, recebem uma orientação muito deficiente (quando recebem!) ou nenhum tipo de ajuda neste sentido.
Costumo dizer que, na maioria das vezes, os nossos casais de noivos, vão para o casamento com pouco (ou nenhum) preparo, e nós pastores e líderes em geral, temos nos esquecido de que o casamento pode ser comparado a uma grande aeronave que precisa voar e que os cônjuges são os “pilotos” que precisam fazê-la decolar.
Fornecemos os melhores treinamentos aos pilotos de avião, mas, no nosso caso, os casais, quase sempre, são obrigados a se arriscarem dentro de uma "aeronave” (casamento) sem nenhum tipo de orientação suficientemente adequada para esta verdadeira aventura conjugal.Durante o noivado fala-se muita coisa, menos sobre a realidade do divórcio à luz da bíblia, comprometimento, fidelidade conjugal, temor a Deus, entre outros temas pertinentes e importantes. E é justamente por isso que podemos dizer mais uma vez que Jesus tinha razão; afinal, o motivo maior de tantos erros conjugais está na falta de conhecimento da Palavra e do Poder de Deus.
Uma outra razão que podemos abordar é de ordem sócio-cultural. Afinal, como ignorar a influência altamente nociva que a televisão atualmente, tem exercido, através das novelas, no dia-a-dia dos casais. Antigamente, as pessoas se casavam acreditando plenamente na instituição chamada casamento, acreditavam que esta era uma coisa séria e totalmente confiável; que era para sempre.
Hoje, de forma absurdamente diversa, os casais costumam ir para o altar sem acreditar na infalibilidade do casamento e, seguindo a tendência da “cultura televisiva”, de forma inconsciente, acreditam que devem aproveitar o casamento “enquanto durar”. Infelizmente, os casamentos, em grande parte, já nascem fadados ao fracasso. Um outro aspecto relacionado ao sentido sócio-cultural que também interfere no aumento do número de divórcios entre os casais evangélicos é o da diferença no nível escolar entre os cônjuges, sem falarmos ainda da influência exercida por parentes e amigos na criação dos filhos do casal, fato este que acaba por interferir (e contribuir) diretamente para alguns divórcios.
Outra razão importante é a de ordem financeira. Há alguns anos atrás as famílias eram sustentadas pelos homens, sem nenhuma necessidade da mulher ter de trabalhar para complementar na renda da família. Hoje, porém, de forma totalmente diferente, os casais são “obrigados” a passar o dia inteiro trabalhando e, por este motivo, quase não têm tempo para investir na relação conjugal, sem falar na forte influência que os “colegas de trabalho” acabam por produzir na vida de algumas pessoas altamente influenciáveis.
Uma razão importante também é a de ordem psicológica. Nunca se viu tantas pessoas complicadas e confusas no mundo como nos dias atuais. Tenho percebido a cada dia que, na realidade, “quanto mais dependemos das pessoas, menos dependemos de Deus e, quanto mais dependemos de Deus, menos dependemos das pessoas” E é justamente aí que muitos casais se perdem, pois apostam todas as “fichas” na idéia de dependerem um do outro, mas sem dependerem quase nada de Deus.
Muitas outras razões, igualmente importantes, deixaram de ser mencionadas aqui por mera falta de espaço, mas não podemos deixar de fazer algumas considerações finais sobre este tema tão atual e tão presente no seio das nossas igrejas.
Acreditamos plenamente que, por falta de temor a Deus e um maior conhecimento de sua Palavra, muitos casais têm esquecido de observar os papéis que Deus determinou para cada um dos cônjuges para o sucesso do matrimônio. Um outro sentido é a pequena disposição que as pessoas têm de perdoar umas às outras. Fala-se muito em amor, sem pensar sobre as implicações reais desta palavra.
Por todos os lados do planeta, inclusive dentro das igrejas, temos ouvido falar muitos “eu te amo” mas a grande verdade é que pouco se tem percebido em termos de disposição para a compreensão e para o perdão. O “imediatismo” e o egoísmo das pessoas tem levado muita gente a viver um verdadeiro “inferno” sem refletirem no plano original de Deus quando criou o casamento para que fosse uma fonte de felicidade, paz, descanso e realização para os casais.
Hoje, mais do que nunca, se quiser lograr um maior êxito no relacionamento conjugal, o casal precisa, a cada dia, construir uma espécie de “casamento a três”; o homem, a mulher e Jesus, não somente dentro da igreja ou nas suas programações, mas, acima de tudo, em todos os momentos da vida, em toda e qualquer situação.
Pra você que tem atravessando momentos difíceis no seu casamento fica aqui o grande desafio de deixar Deus agir com toda liberdade através da sua vida. Não deixe para o outro, aquilo que você mesmo pode decidir; você pode deixar a vida muito mais bonita se tão somente mudar algumas atitudes como, por exemplo, dar lugar ao amor ao invés do ódio, perdão no lugar do ressentimento, compreensão no lugar da indiferença e fé no lugar da incredulidade.
Se assim o fizermos, com toda certeza, veremos o agir de Deus nos nossos casamentos e, conseqüentemente, diminuir o índice de divórcio entre os casais evangélicos. Que Deus nos capacite a construir casamentos que possam ser classificados como sendo ideais aos olhos de Deus e do mundo. Pastor Adilson Batista AmelioIgreja Batista Peniel em Santa Cruz

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Dicas para melhorar o seu relacionamento

1. Surpreender o cônjuge com mais freqüência – dentro e fora do quarto.
2. Retirar da televisão do quarto ou, pelo menos, não ligá-la quando estiverem na cama.
3. Lembrar de tomar banho a dois (e não reclamar, dizendo que está perdendo tempo ao compartilhar).
4. Aprender a fazer jantares ä luz de vela.
5. Instituir “o beijo de boa-noite”.
6. Aprender a beijar o marido, antes de beijar o gato, quando entrar em casa.
7. Tentar pensar mais no cônjuge do que em você mesmo.
8. Ser honesto com o cônjuge.
9. Amar mais o cônjuge, com defeito e tudo!
10. Parar de importunar o cônjuge quando ele/a quiser ficar sozinho.
11. Comunicar os sentimentos com mais freqüência.
12. Ler um livro cristão sobre casamento e procurar aplicar algum conselho dado pelo autor.
13. Demonstrar mais afeição e se divertir pra valer com o cônjuge!
14. Passar mais tempo juntos: só os dois!
15. Falar “eu te amo” com mais constância.
16. Ler a Bíblia juntos.
17. Fazer um grande e sério esforço de sempre lembrar de ouvir.
18. Perceber quando está na hora de recuar no meio de uma briga.
19. Encontrar tempo um para o outro, não importar a situação.
20. Falar e ouvir de coração.
21. Dar as mãos quando tentaem resolver algo difícil.
22. Relacionar-se com alguém que possa ajudar-lhe com conselhos que sirvam para fortalecer o casamento.
23. Perguntar uma vez por mês: “Querido/a, o que eu posso fazer para melhorar nosso casamento?”
24. Nunca dormir zangada/o.
25. Lembrar que as férias são um ótimo período para agradecermos por tudo que temos e não para se lamuriar pelo que podem ter.
26. Não mais usar joguinhos sentimentais – se sentir vontade de telefonar pra ele/a.
27. Mostrar a ele o seumelhor lado, não o pior.
28. Aprender a dar e saber receber apropriadamente.
29. Não ligar para os pequenos pontos negativos e, ao invés disto, concentrar-se nos positivos.
30. Aprender a elogiar.
31. Começar a trabalhar as habilidades anti-stress para que possa relaxar a mente e o corpo e, assim, tornar um ser humano normal, ao invés de uma pessoa tão impaciente, rabugenta e deprimente o tempo todo.
32. Fortalecer a relação com o cônjuge, passando com ele mais tempo e com qualidade.
33. Comunicar com as pessoas importantes da vida, elogiando, demonstrando o apreço, mostrando os problemas. Afinal de contas, ninguém lê a nossa mente.
34. Beijar o marido/esposa todos os dias, toda vez que ele/ela sair de casa. Nunca sabemos quando Deus vai chamar alguém.
35. Passar, pelo menos, uma noite sem televisão com meu cônjuge.
36. Beijar o/a marido/esposa todas as noites, quando ele/ela chegar em casa. É uma ótima maneira de começar a noite, sem importar como tenha sido o dia dele/dela.
37. Agendar, sem falhas, pelo menos uma ida com o esposo/esposa por mês. Pode ser só os dois ou com amigos, mas sem as crianças, com tanto que estejas juntos.
38. Pensar em alguma coisa, todos os dias, que a faça grata por ter seu/sua marido/esposa.
39. Passar mais tempo de qualidade com o/a maridinho/esposinha, mesmo que seja só compartilhar uma noite tranqüila em casa, com um delicioso jantar, música suave ou um bom filme.
40. Lembrar dos bons momentos que tiveram juntos e tentar criar mais momentos desses.
41. Usar mais palavras simpáticas, quando falar com meu/minha marido/esposa.
42. Não ficar furiosa/o com seu/sua marido/esposa quando ele/ela não fizer alguma coisa que queira, quando não tiver falado explicitamente sobre o assunto com ele antes.
43. Dizer “por favor” e “obrigada” ao cônjuge, pelo menos, 1 vez por dia.
44. Motivar o marido ou a esposa a aprender a cozinhar, mesmo que isto signifique que eu vá comer espaguete ensopado e frango esturricado.
45. Tomar a iniciativa na cama com mais freqüência.
46. Tentar orar todos os dias com meu cônjuge.
47. Tentar não remoer coisas velhas nas brigas novas.
48. Tentar não criticar o armário dele/dela.
49. Sentar juntinho do meu cônjuge nos cultos de nossa igreja.
50. Surpreender seu cônjuge com um presente que não seja no dia dos namorados, aniversário ou de comemoração de data do casamento

Extraído do site do Ministério Casados para Sempre

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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Submissão, amor e brandura

O maior sonho de todos os pais é ter um lar feliz. Mesmo aqueles que já desistiram, por qualquer motivo, já anelaram isso um dia. Avaliando a condição da maioria das famílias, percebe-se que são poucos os pais que atingiram o alvo. Tal insucesso dar-se-ia porque um lar feliz não passa de uma utopia ou seria o resultado da falha dos pais em não atentar aos princípios que Deus estabeleceu?
A carta que o apóstolo Paulo escreveu aos colossenses estabelece princípios que a esposa, marido, pais e filhos devem viver no seio familiar (Colossenses 3:18-21).
O primeiro grande princípio é que, antes de ser uma boa mãe, a mãe precisa ser uma boa esposa. Dedicar-se primeiramente aos filhos antes de dedicar-se ao marido constitui erro grave. Há beleza no lar quando os filhos submetem-se à autoridade dos pais. Essa ordem é desejada por todas as famílias. De um fato todos nós devemos ter clareza: são as esposas as responsáveis por estabelecer o padrão de submissão no lar. Quando a esposa consegue submeter-se a seu próprio marido, torna-se desnecessário falar de autoridade e submissão para os filhos. O exemplo de submissão da esposa ao marido substituirá os gritos e as agressões físicas que os pais, às vezes, lançam mão para fazer os filhos enxergarem sua posição e dever. É uma lei: se a esposa grita, desobedece e faz pouco caso do marido, os filhos não somente aprenderão essa nociva lição, como também se voltarão mais tarde contra o pai, confrontando, assim, sua autoridade. Esposas submissas = filhos submissos.
O segundo grande princípio é que, antes de ser um bom pai, o pai precisa ser um bom marido. Pouco adianta o esforço do pai em dar presentes e fazer piqueniques com os filhos se a forma como ele trata a esposa é com amargura. Se o pai pudesse ter uma conversa sincera com os filhos e perguntasse-lhes o que mais alegraria seu pequeno coração, certamente a resposta seria que amasse profundamente a mãe deles. Os maridos geralmente desempenham errada-mente seu papel de autoridade em casa. Eles pensam que exercer autoridade é mandar, humilhar e esbravejar quando as esposas não respondem a contento as suas reclamações. A verdadeira autoridade é exercida sem força, sem peso. A verdadeira autoridade é exercida com amor. Quando o marido ama verdadeira-mente a esposa como ele ama o próprio corpo, a esposa submete-se ao esposo espontaneamente e os filhos entendem que o melhor caminho a trilhar com os pais e com os irmãos é amando-os.
O terceiro grande princípio está na correção branda dos pais ao corrigir os erros dos filhos. No passado erramos com nossos pais. Nossos avós e todos os outros filhos que vieram antes de nós também erraram bastante com seus pais; entretanto, achamos inadmissível que nossos filhos errem. Quando os filhos brigam uns com os outros, tiram notas baixas, mentem ou, por alguma razão, ficam introspectivos, a maioria dos pais reage de uma forma tão irritadiça que chegam a transparecer que desconhecem todos esses gestos e sentimentos e que jamais agiram de modo semelhante.
A irritação furta dos pais a possibilidade do diálogo, da sobriedade, do discernimento, do equilíbrio, da compreensão e da disciplina eficaz. Muitos pais, em vez de ajudarem os filhos que erraram, irritam os filhos, "jogando na cara" seus erros, deficiências e humilhando-os perante os outros. Por causa dessas atitudes, os filhos ficam bastante desanimados para prosseguir. A crítica amarga dificilmente produz bons resultados; pelo contrário, a crítica amarga elimina a esperança dos filhos, deixa-os na defensiva e gera no coração deles raiz de amargura. Não estamos incentivando a condescendência ou conivência com o erro cometido pelo filho. Entretanto, quando os filhos tiverem de ser corrigidos, devemos fazê-lo com brandura (Gálatas 6:1). Voltemos ao passado, lembremo-nos de que já cometemos o mesmo erro e nos perguntemos: "Como eu gostaria de, numa situação dessas, ser corrigido pelos meus pais?" Esse pequeno lapso de tempo pode desfazer a irritação e produzir caminhos mais criativos no trato do pai com o filho. Dessa forma fica mais fácil os filhos obedecerem.
Se aqueles que têm filhos desejam ser bons pais, precisam primeiramente ser boas esposas e bons maridos. Ambos precisam compartilhar submissão e amor um para com o outro. É somente dessa forma que bons pais surgem, é dessa forma que lares felizes surgem.
Fonte: Jornal Árvore da Vida nº 146

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domingo, 31 de janeiro de 2010

Como construir a casa dos sonhos!

Assim como na construção de uma casa, à medida que vamos construindo nossa família, precisamos também verificar se as colunas que temos em nosso casamento estão firmes o suficiente para mais um ano ou para mais uma etapa. Vamos considerar algumas colunas importantes para progredirmos na construção de nosso sonho segundo o projeto de Deus para nossa vida.

Entregar nosso casamento totalmente a Deus.

Primeiramente devemos verificar se temos entregado e confiado nosso casamento totalmente a Deus. Nossa entrega significa nossa dependência. O Senhor certamente é poderoso para fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos (Efésios 3:20). Porém Ele espera que Lhe entreguemos nossa vida e a de nosso cônjuge e confiemos a Ele a tarefa de nos ajustar e transformar. É crucial que creiamos que Deus é capaz de nos ajudar a superar as diferenças e frustrações da vida matrimonial. Cedo ou tarde precisamos reconhecer que não somos todo-poderosos e que todos os nossos esforços e tentativas de querer mudar nosso cônjuge são vãos.

Por outro lado, quando nos entregamos – a nós e a nosso cônjuge - a Deus, precisamos crer que Ele é Todo-poderoso!

Negar-nos a nós mesmos.

Segundo, por nascermos egoístas e egocêntricos, sempre pensamos apenas em nós mesmos e queremos que tudo gire em torno de nossas preferências e gostos. Muitas vezes não percebemos que somos ou temos sido o maior inimigo de nosso casamento e, por nossa causa, porque buscamos nossos próprios interesses e queremos que nosso cônjuge seja nosso serviente para realizar nossos sonhos e anelos pessoais, fazemos com que ele ou ela se distancie de nós e daquilo que queremos. Nesse caso precisamos aprender a seguir uma simples lição que o Senhor Jesus nos deixou: pelo Espírito, precisamos negar a nós mesmos. Isto significa que precisamos negar nossas preferências, ações, impulsos, opiniões e palavras, submetendo-as ao controle do Espírito Santo por meio da oração.

Para alguém negar a si mesmo é fundamental viver debaixo do iluminar da presença de Deus. É na presença de Deus que alguém pode conhecer a si mesmo e ver quão feios são seus atos e atitudes diante de Deus e das pessoas.

Sem a luz da presença de Deus, sempre nos acharemos os melhores, mais capazes, mais inteligentes, os que detêm o melhor ponto de vista... Porém, pelo iluminar do Espírito Santo, toda a podridão de nosso coração é exposta... Por meio do Espírito, somos levados a rejeitar nossos pensamentos, atitudes e palavras contra nosso cônjuge. Também, pelo Espírito, somos capazes de rejeitar nosso orgulho, usado por Satanás para instigar-nos contra nosso cônjuge. Somente a luz da Presença de Deus pode ajudar-nos a abrir-nos para receber ajuda de outros.

Quando nossos pensamentos não estão sob o controle do Espírito Santo, eles se tornam como um cavalo selvagem montado por Satanás cujo resultado são muitos coices naqueles que estão a nossa volta. Devemos rejeitar esses pensamentos selvagens e brutos. Uma boa maneira de verificar quem está no controle da mente é perguntar em oração: "Senhor, quem está me fazendo pensar assim? Quem está querendo me colocar contra meu cônjuge?".

Depois de orar assim, devemos declarar: "Eu rejeito esse pensamento e condeno essa atitude contra meu cônjuge." Obedecer à Palavra de Deus. Terceiro, devemos gastar tempo conhecendo a Palavra de Deus. Principalmente no que se refere ao casamento, a Bíblia apresenta muitos exemplos, casos, princípios e ensinamentos sobre como um casamento pode estar debaixo do encabeçamento de Deus e debaixo de Sua bênção. Será muito bom perguntarmos: "O que a Bíblia tem a dizer sobre isso?" E depois devemos orar para que o Senhor nos conduza a obedecer e praticar o que a Palavra nos diz sobre determinado assunto. "Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes" (João 13:17).

Fonte: Jornal Árvore da Vida nº 145

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Manoel Júnior

manoeljregleice@gmail.com